Trânsito e transportes em SP: uma política, duas burocracias

Nesse artigo, argumentamos que as burocracias de trânsito e transportes do município de São Paulo (respectivamente, CET e SPTrans) devem ser levadas em conta em tentativas de se explicar a configuração maciçamente viária e fortemente individual da circulação paulistana. Defendemos que elas têm impacto sobre a política de circulação não exatamente porque se encontram institucionalmente separadas – o que, supor-se-ia, tem efeitos negativos sobre uma política materializada de forma interconectada nas ruas. Antes, essas burocracias importam para o estado atual da mobilidade porque sua coordenação em direção a uma alternativa à primazia do transporte individual depende de mecanismos que as demovam de atividades naturalizadas”, em especial o trabalho da CET em prol da fluidez veicular. Essa reflexão procura reforçar estudos sobre políticas urbanas que levam em conta o papel de agente que tem o Estado, assim como integrar a agenda que investiga as políticas públicas sob o ponto de vista da centralidade tanto de interesses quanto de ideias.

Artigo completo em: http://www.fflch.usp.br/centrodametropole/upload/aaa/711-SD_2014_requena_Lopes_185-532_1_PB.pdf

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