Em defesa da racionalização das linhas de ônibus

É costumeira a alteração dos trajetos para qualquer usuário assíduo de transporte coletivo. Há, no entanto, uma característica distinta em torno da racionalização defendida pelos técnicos das mudanças cotidianas que estamos acostumados. Esta representa o protagonismo das burocracias estatais sobre esta dimensão da política que historicamente foi liderada pela ação não estatal. Trata-se de uma lógica específica de formação de linhas em que impera certa razão técnica: o raciocínio e interesses da burocracia da SPTrans em torno da organização do melhor sistema possível. Se compararmos com as outras lógicas de formação de linha observadas ao longo das últimas décadas em São Paulo, observaremos um fenômeno recente de agência estatal. O que se tem produzido é a redução de uma assimetria histórica entre empresários e Estado. E, mais importante, um novo tipo de relação entre Estado e atores não-estatais no que diz respeito às linhas.

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